Escolha qual prova analisar. As duas caixas abaixo — o que você deixou na mesa e onde vale investir estudo — se referem sempre à prova escolhida aqui.
Questões que você errou mas que alguém no seu nível acerta quase sempre. Não é falta de conteúdo — é atenção, pressa ou leitura apressada. É a única perda que você recupera na próxima prova sem estudar nada novo.
A outra metade do diagnóstico. Acima estão os pontos que você já tinha e deixou escapar; aqui está o conteúdo que ainda não é seu. Não se recupera com atenção — se recupera estudando, e estas são as habilidades em que estudar rende mais.
Quem mais respondeu questões nos últimos 7 dias. A sua posição considera todos os alunos — e sobe do jeito mais simples que existe: respondendo questão, logo aqui embaixo.
Questões reais do Enem. Em cada filtro você pode marcar quantas opções quiser — sem marcar nada, vale tudo. Um filtro restringe o outro: pedir Química no seu nível não traz Física junto.
Estudar todo dia um pouco rende mais que uma maratona de domingo — e é isso que estes três números acompanham.
Cada linha é um resultado que você salvou. Use o botão "Salvar resultado" na aba Fazer prova.
Erros evitáveis são os que você cometeu em questões que alguém no seu nível acerta quase sempre. Diferente de conteúdo, eles não exigem estudar nada novo — e por isso a queda deles ao longo das provas é a medida mais direta de progresso na sua estratégia de prova.
A TRI sabe quanto cada erro custou, mas não sabe o motivo — só você sabe. Ao longo de várias provas, a frequência de cada tipo revela onde está o seu gargalo real: se for distração, você recupera pontos sem estudar nada novo.
O assunto que você errou volta — não a mesma questão, que você já decorou, mas questões novas do mesmo assunto. Cada vez que você vai bem, ele demora mais para voltar: 1 dia, 2, 4, 8… Cada vez que vai mal, volta para amanhã.
Quanto cada minuto rendeu, e como o seu acerto se comporta ao longo da sessão. Só conta o que você respondeu no treino com o relógio ligado.
Diga onde você quer chegar. A régua responde o que falta — quantas questões, de quais assuntos, e quais delas já estão ao seu alcance hoje.
Cada assunto tem um teto: o que ele pode te devolver na nota hoje, no seu nível. Não é o que a questão vale — é o que ela vale vezes a sua chance de convertê-la. Estudar o difícil sobe pouco, e esta tabela mostra o quanto.
Do assunto com menor acerto para o maior. A habilidade diz o que a questão cobrou de você; o assunto diz o que estudar hoje à noite — e é por isso que esta tabela vem antes da de habilidades. Conta as provas que você fez e o que você respondeu no treino.
Cada bolha é um assunto que você já respondeu, na prova ou no treino. Ela muda de cor conforme você acerta mais — e só vira dominado com pelo menos 5 questões, porque acertar 2 de 2 ainda não é domínio.
Habilidades com menor acerto nas provas que você já respondeu.
Cada página é uma questão que você errou e corrigiu com as suas palavras. Ninguém mais lê isto — nem a coordenação. É o seu caderno.
O caderno de erros é sobre o que você errou. Este é sobre o que você ainda não sabe — e escrever a dúvida já é metade de resolvê-la. Cada dúvida vira um cartão que volta com frequência, muito mais rápido que um flashcard comum, até você não precisar mais dele.
O que entrou de novo na plataforma, e o que está por vir. Se faltar alguma coisa que te ajudaria a estudar, diga à coordenação — boa parte do que está aqui começou como pedido de aluno.
O cartão volta no dia em que você está prestes a esquecê-lo. Esta fila é a única coisa que você precisa fechar hoje — o resto pode esperar.
Montado sozinho, a partir do que você errou — na prova e no treino. Os assuntos que mais te derrubaram entram com mais cartões, e você não precisa procurar nenhum deles.
Clique numa área para abrir os assuntos, e num assunto para abrir os subassuntos. O número grande é quanto está esperando revisão ali.
Leia a frente, responda de cabeça, e só então vire. O que você acertar demora mais para voltar — 1 dia, 2, 4, 8. O que errar volta amanhã. Ser honesto aqui é o que faz funcionar: marcar "eu sabia" sem saber engana só você.
Só o que você fez — não há comparação com ninguém. O número que interessa é o de cartões na memória: os que você acertou tantas vezes seguidas que só voltam daqui a semanas.
Escreva à mão, no papel, como na prova. Fotografe ou escaneie a folha inteira, com boa luz e sem sombra — o corretor precisa ler a sua letra.
O que você reservou. Enquanto estiver aqui, ninguém mais pega. Se não for corrigir, devolva para a fila.
Redações esperando corretor, da mais antiga para a mais nova.
Suas notas começam pelas da prova aberta na aba Fazer prova, mas você pode mexer em qualquer uma — a média se move na hora. Ponha a nota de corte do ano passado e a última coluna diz quanto falta.
Números de hoje, direto do banco. Nada aqui depende de editar o site.
A logo aparece no topo de toda página, para todo aluno, e na tela de login. A faixa de redes sociais fecha as listas em PDF que os cursos geram. Envie PNG; trocar aqui troca em todo lugar.
Licenças contratadas contra licenças realmente em uso — alunos ativos que contam como pagos. Quem estiver usando mais do que contratou aparece destacado.
Escolha a instituição e grave. Se já houver contrato, os campos vêm preenchidos e gravar substitui o que está lá.
Cria a instituição. Depois é só criar um código de turma para ela pelo painel do coordenador dela, ou gravar o contrato aqui.
Gere um código, mande para o dono do cursinho e peça que ele crie a conta no site com esse código. Ele entra já como coordenador da instituição dele, e a partir daí cria os códigos de turma dos alunos sozinho. O código vale para uma conta só.
Todas as pessoas cadastradas, de todas as instituições. É aqui que você confere quem migrou, quem tem acesso e até quando.
Contas que conseguem entrar mas nunca concluíram o cadastro — o login foi criado e o código não chegou a ser validado. Para o sistema elas não existem. Informe o código de cada uma para concluir sem depender da pessoa; ela só precisa entrar depois.
Quem recebeu código e ainda não criou a conta. Durante a migração, esta lista é o seu termômetro — quando esvaziar, todos migraram.
O que os alunos responderam na pesquisa rápida. As respostas são identificadas — dá para responder a pessoa que escreveu a sugestão, e é isso que transforma pesquisa em conversa.
Todo aluno vê uma bolinha vermelha na aba Novidades no próximo acesso, e ela some quando ele lê. O corpo aceita HTML — negrito, lista, link, imagem — e só você pode escrever aqui.
Gera códigos de uso único, um por comprador. Use "sem prazo" para migrar quem comprou vitalício no Apps Script, e 12 meses para as vendas novas. Copie a lista e mande cada código para um comprador — o mesmo código não serve para duas pessoas.
O que a plataforma custa por mês. Entra na conta da margem lá em cima.
Ela aparece no topo da plataforma para você e para os seus alunos, e vai impressa em toda lista que você gerar em PDF. Envie uma imagem PNG ou JPG — de preferência com fundo transparente. Fica pronta na hora, e você pode trocar quando quiser.
Monte uma prova nova com questões de aplicações diferentes. A escala é a mesma de todos os anos, então a régua funciona igual: o aluno preenche, vê a nota e mexe nas respostas para ver quanto cada questão pesou. A lista fica disponível para os alunos da sua instituição, junto das provas oficiais.
Carregando…
Quantos alunos em cada faixa de 100 pontos, usando o resultado mais recente de cada aluno em cada área. Mostra se a turma é homogênea ou se tem cauda.
Todo mundo que criou conta com um código desta instituição. Desativar tira o acesso na hora e devolve a vaga do código; reativar devolve o acesso. Marque como cortesia quem usa de graça (professor, monitor) para não contar como licença paga.
Cada código permite que os alunos criem a própria conta já vinculada à turma. O limite controla quantas contas ele aceita, e Acesso por define até quando elas valem. Vitalício só quando você escolhe — antes desta opção existir, todo código criado aqui saía sem prazo, e quem entrava por ele ficava com a plataforma para sempre.
As 4.790 resoluções são escritas por IA e conferidas contra o gabarito. O que nenhuma conferência automática sabe é se a explicação ensina — e quem descobre isso é quem tentou estudar por ela. Aqui só chega o que dois ou mais alunos reprovaram: um voto isolado é opinião, dois é padrão.
Mês a mês. A taxa de uso é o número que decide se o preço está certo: enquanto ficar baixa o plano se paga sozinho; perto de 100% ela aperta, porque cada crédito usado é R$ 5 saindo.
Percentual de acerto por assunto, somando todos os alunos. A habilidade diz o que a questão cobrou; o assunto diz o que dar na próxima aula.
Percentual de acerto por habilidade, somando todos os alunos. Serve de pauta de aula.
Onde a nota do aluno cai dentro da faixa de quem teve o mesmo número de acertos naquela prova. Perto de 0% significa que ele acerta questões que valem pouco — é aqui que se ganha nota sem aprender conteúdo novo.
Média da instituição por prova.
Alunos sem nenhum resultado salvo. Lista para o monitor cobrar.